quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A Gestão e o Terceiro Setor

A realidade social hoje nos mostra inúmeras necessidades dos cidadãos que deveriam ser providas pelo Estado e não o são de fato. Saúde, educação básica, segurança, dentre outras garantidas pelo nosso documento jurídico maior - A Constituição da República Federativa do Brasil.

Independentemente do partido político que esteja no poder executivo federal, estaduais ou municipais, notamos sempre que há uma ferrugem que corrói as engrenagens. E esta ferrugem são os velhos hábitos de se governar. O governo de bandeiras e não de planos, ações, avaliações e resultados. De qualquer forma, não é nosso objetivo neste artigo, falar sobre o Estado. Este serve apenas como um dos motivadores das ações do terceiro setor.

Ante este quadro de morosidade da máquina estatal em prover a população com estes serviços essenciais, de forma qualificada, eficiente e eficaz, cada vez mais surgem as iniciativas privadas ou comunitárias para fazer face a estas necessidades.

Vejamos o exemplo de uma associação comunitária que tenha por objetivo a prevenção ao uso de drogas e álcool. Por certo haverá uma organização de seu(s) idealizador(es), mas muitas vezes, estas pessoas tem ótimas intenções, mas falta algum conhecimento teórico e prático de como manter o controle e o planejamento da situação.

Neste ínterim, temos que pensar tanto na eficiência da iniciativa quanto na perpetuação da mesma. Não adianta fazer de "qualquer" jeito, nem fazer algo hoje e amanhã não fazer nada.

Existem algumas ferramentas básicas que toda iniciativa tem que usar. Uma delas é a formalização de sua situação para que a entidade tenha voz, consciência e identidade próprias. Outra é um bom planejamento estratégico que englobe as respostas para as seguintes perguntas: por que fazer? Como fazer? Para quem fazer? Qual o objetivo que será alcançado? Dentre outras perguntas importantíssimas para a definição da atividade.

Com organização, motivação e persistência, as próprias comunidades podem suprir em parte suas necessidades, fortalecendo-se para construir um Estado mais justo e acessível para todos.

Veja mais artigos em http://www.maisong.org.br/site

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A síndrome do empregado

Este texto foi extraído da Wikipedia no item Empreendedorismo e é um ótimo guia do que o profissional não deve fazer para construir o seu caminho de sucesso. O exemplo é negativo, mas a linguagem é muito clara.

O termo síndrome do empregado nasceu com o personagem "Seu André" do livro O Segredo de Luísa do autor brasileiro Fernando Dolabela. "Seu André" preocupado em explicar a ineficácia de grande parte dos empregados da sua indústria, disse: "eles estão contaminados com a síndrome do empregado".

A síndrome do empregado designa um empregado:
  • Desajustado e infeliz, com visão limitada.
  • Dificuldade para identificar oportunidades.
  • É dependente, no sentido que necessita de alguém para se tornar produtivo.
  • Sem criatividade.
  • Sem habilidade para transformar conhecimento em riqueza, descuida de outros conhecimentos que não sejam voltados à tecnologia do produto ou a sua especialidade.
  • Dificuldade de auto-aprendizagem, não é auto-suficiente, exige supervisão e espera que alguém lhe forneça o caminho.
  • Domina somente parte do processo, não busca conhecer o negócio como um todo: a cadeia produtiva, a dinâmica dos mercados, a evolução do setor.
  • Não se preocupa com o que não existe ou não é feito: tenta entender, especializar-se a melhorar somente no que já existe.
  • Mais faz do que aprende.
  • Não se preocupa em formar sua rede de relações, estabelece baixo nível de comunicações.
  • Tem medo do erro, não trata como uma aprendizagem.
  • Não se preocupa em transformar as necessidades dos clientes em produtos/serviços.
  • Não sabe ler o ambiente externo: ameaças,
  • Não é pró-ativo (Expressão que indica iniciativa, vontade própria e espírito empreendedor).

quarta-feira, 18 de março de 2009

O que as empresas valorizam nos seus funcionários

Responder de forma completa a uma questão como o que uma empresa valoriza em seus funcionários é sempre muito difícil, mas em minhas conversas com alguns empresários e gerentes alguns itens são sempre apontados.

Para ficar mais prático neste artigo, vou separar em três categorias, atitudes éticas, conhecimentos e habilidades específicos e atitudes empreendedoras.

Em primeiro lugar e como base de tudo não é colocada a experiência, como todos pensam. O que conta em primeiro lugar é a lealdade. Leal é, para começar, quem cumpre as suas promessas, e entre outras definições, honesto, fiel, verdadeiro e que está em conformidade com a lei, e neste caso podemos estender o conceito de lei para todas as normas e padrões estabelecidos pela organização.

Junto com a lealdade, deve se manifestar o comprometimento. Todo mundo fala nele, mas às vezes é um ilustre desconhecido. Comprometimento vem de compromisso, e este tem a ver com união de interesses, colaboração com as obras objetivadas e responsabilidade pela sua parte no todo. Uma pessoa que está comprometida pensa em si, e em sua inserção no todo que participa, como uma engrenagem fundamental, embora não insubstituível, enquanto quem não está comprometido pensa apenas na recompensa ou no castigo imediatista do hoje.

Não poderiam deixar de figurar dois itens muito importantes da vida profissional: a qualificação e a experiência. Muitas pessoas se preocupam em quantificar até que grau de instrução cursou ou o número de cursos que fez, quando na verdade o número enorme de cursos no currículo nem sempre é determinante na bagagem do profissional, mas deveríamos pensar em seu aproveitamento. Aproveitamento da qualificação não é apenas obter notas acima de 7, 8, 9 ou qualquer outro número e sim o indivíduo conseguir estabelecer os vínculos do conhecimento com a realidade prática na sua vida. Isto, sim, é diferencial, porque boas notas, qualquer indivíduo que tenha tempo de estudar consegue. Por este motivo, considero que se tivesse que optar entre avaliar os dados de formação de um currículo, ou aplicar uma prova, eu preferiria a segunda opção sempre.

Chegamos ao ponto que é quase um tabu para empregados e empregadores: a experiência. Mutias vezes, empregadores exigem muita experiência formal e empregados ficam com medo ou se sentem excluídos com tais exigências. Vejamos: experiência é a maneira que o indivíduo se relaciona com o mundo. No mundo do trabalho, é a realização material da pessoa em suas obras. Como em toda relação, existe uma troca. O indivíduo doa aquilo que sabe nesta realização e adquire meios de realizar seu trabalho de forma mais fácil, rápida e segura. Naturalmente, quanto maior a experiência, maior a responsabilidade que o trabalhador tem sobre o que faz.

Seguindo o mesmo raciocínio da qualificação, a experiência só é um indicador válido de maturidade profissional se ela foi bem aproveitada na construção contínua de um profissional sempre melhor. Ao longo do tempo, vi muitos casos de pessoas que chegam em um determinado ponto de suas carreiras e consideram saber tudo ao ponto de estarem fazendo um favor à empresa por existir, estagnando seu progresso escondendo-se em um frágil castelo de cristal. Será que a experiência é apenas uma contagem de tempo que não diz mais nada além disto?

Servindo de cimento às qualidades anteriores, podemos somar a iniciativa, que podemos definir como a adesão voluntária do profissional à identidade do negócio, sua visão, missão e valores. Estando neste estado de consciência, o indivíduo não precisa ser pensado, mandado, proibido nem vigiado. Ele sabe o que tem que ser feito e simplesmente faz de forma cada vez melhor porque ele se sente responsável e criador sobre o seu trabalho.

De uma forma geral, as empresas necessitam de pessoas de estilo GTD (do inglês Getting This Done, referência ao livro A arte de fazer acontecer de David Allen). GTD significa fazer acontecer. O mercado precisa de pessoas que fazem o sucesso acontecer e não ficam esperando sentados sonhando ou pior, reclamando.

terça-feira, 10 de março de 2009

Economia global pode ter contração em 2009, avisa FMI

Veja abaixo reportagem do jornal Valor Online, mostrando o que já estamos sentindo na hora de ir às compras. O dinheiro está ficando escasso devido ao ímpeto conservador da economia que ainda não sabe como serão as perspectivas para 2009 e quais surpresas ainda aparecerão.
Em época de economia em contração a hora é de guardar dinheiro e investir naquilo que é certo avaliando muito criteriosamente os riscos envolvidos.

SÃO PAULO - A economia mundial pode apresentar contração este ano pela primeira vez em décadas, acredita o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.
Segundo ele, a contínua desalavancagem das instituições financeiras combinada com a queda do consumo e da confiança empresarial estão pressionando a demanda global.

A observação foi feita durante conferência em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, sobre como a África deve responder à crise. Em janeiro, o FMI tinha estimado um crescimento de 0,5% para a economia global em 2009.

A projeção do Fundo veio poucos dias após o Banco Mundial anunciar a possibilidade de a economia mundial contrair-se este ano.

(Valor Online, com agências internacionais)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Licença é entregue e camelódromo está liberado para abrir na segunda-feira

Finalmente saiu a liberação do Centro Popular de Compras em Porto Alegre. Agora a atividade dos camelôs vai ser centralizada em um só local. Na minha opinião o CPC será bom para fomentar e controlar a atividade dos ambulantes, que já não serão mais ambulantes. Veja na reportagem de Zero Hora:

Até a noite, os 800 camelôs deverão receber as notificações de início das atividades

A licença de operação do Centro Popular de Compras (CPC) foi entregue na manhã desta sexta-feira pelo secretário do Meio Ambiente, Professor Garcia, ao titular da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Idenir Cecchim. Com isso, o camelódromo poderá começar a funcionar na segunda-feira.

— O camelódromo está com todas e documentações e vistorias em dia, foi a obra mais observada da cidade, o empreendimento entra em atividade na segunda-feira e promete ser um sucesso de vendas junto com o Liquida Porto Alegre — afirmou Cecchim.

Até a noite de hoje, os 800 camelôs cadastrados pela Smic para o CPC deverão receber as notificações de início das atividades. Uma equipe de 10 agentes distribui os documentos. Uma operação especial com a Brigada Militar será montada durante os próximos dias para impedir a invasão do local por camelôs ilegais.